Reparar bem em você mesmo(a) na
frente do espelho, mais que um exercício de autoconhecimento, é um método
preventivo para descobrir logo manchas que podem ser bem prejudiciais.
No
Brasil, o bronzeado tem até certo ar de saúde, e as pessoas acabam se expondo
excessivamente ao sol. O resultado é um número cada vez maior de casos de
câncer de pele. Além disso, uma visita ao dermatologista, ainda que uma vez por
ano, é fundamental, pois ele pode detectar pintas ou manchas suspeitas e já
encaminhar para exame.
Os tipos mais comuns de câncer de
pele são o basocelular, carcinoma e o melanoma, que invadem tecidos sadios.
Geralmente surgem em pintas e se espalham na chamada metástase. Se descobertos
em fase inicial, todos eles têm um grande percentual de cura. Fique de olho na
sua pele e nos seguintes sintomas:
• Mudança nas pintas da pele
(forma, cor e tamanho).
• Ferida que coça, sangra ou que não cicatriza.
• Caroços brilhosos, claros ou que coçam.
• Caroços avermelhados que sangram ou formam uma crosta.
• Mancha avermelhada ressecada, áspera como uma crosta.
• Ferida que coça, sangra ou que não cicatriza.
• Caroços brilhosos, claros ou que coçam.
• Caroços avermelhados que sangram ou formam uma crosta.
• Mancha avermelhada ressecada, áspera como uma crosta.
Pessoas idosas ou muito claras são as
mais propensas ao problema que pode ser evitado também com uso diário de
protetor solar com fator de proteção 30 ou maior.
Evite o sol das 10 às 16h e o
bronzeamento artificial. Fuja da exposição direta desnecessária.





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